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Ontem, depois de muito tempo, houve novamente um encontro de quem tem ou deseja ter a ilustração como profissão. Depois de tantas discussões sobre periodicidade, lugar, frequência de participação, simplesmente foi batido o martelo e dito “nesse fim de semana, tal hora, no lugar X” e tudo simplesmente aconteceu. Apesar do domingo chuvoso, fechado, foram cerca de 15 pessoas pro Parque Dona Lindu trocando ideia sobre estilo, material, tema, jogando um tanto de conversa fora. A chuva fez a gente migrar pra três lugares diferentes ainda no Parque, o que se estendeu pra um bar com cerveja e carne assada, onde ainda teve produção, pra terminar numa temakeria. Agora, o plano é tornar isso ainda mais comum 🙂

E os rabiscos, em meio a ornitorricos (que provavelmente batizará os encontros e será nosso mascote) e mendigos, a produção foi essa abaixo:

E esse último foi pro Max Motta, amigo dono das Meninas WTF, de presente:

Depois de muito tempo sentei e voltei a trabalhar no sketchbook que quero guardar como registro dos meus treinos com aquarela. A inspiração veio de uma música do Gorillaz, chamada Three Hearts, Seven Seas, Twelve Moons do álbum Plastic Beach. Adaptei a ideia à minha mente e ao tamanho do folha pra sair a arte abaixo. A estética veio também da capa do álbum Black Gives Way To Blue do Alice In Chains, que estampa um coração na capa. Falando em coração, enquanto finalizava o esboço (já pronto há meses), lembrei da série que a Carol Burgo tá fazendo no blog dela, entitulada Todos os dias um novo coração. Fico feliz em ver pessoas próximas tornando a ilustração um meio de vida, uma paixão, ainda mais quando consigo dar um empurrãozinho pra isso acontecer mais facilmente. Não que a Carol não fizesse isso antes, mas enfim… Leiam o último link.

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O tempo sem colocar coisas novas por aqui é justificado pelos trabalhos que estão surgindo e sendo finalizados (amém!). De uma forma ou de outra, tô sempre com o sketchbook, e os exercícios geram conteúdo pro blog. Aqui, meu filhote, com lettering na primeira página (que de tão curta não escondeu a segunda, que contém essa arte daqui) e mais dois experimentos com aquarela e lápis de cor aquarelável. Na favela, a aguada tinha ficado muito clarinha, então resolvi reforçar as cores mesmo depois de ter finalizado com o nankim. Na imagem das máscaras, ou aliens, caneta Tombow no traço.

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Ah, um update agora que vi minha câmera e lembrei dessas fotos, do processo de pintura dessa última arte:

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Finalmente com meu moleskine pra aquarela em mãos, ó! Depois de testar o da Ayla (com essa ilustração daqui), me apaixonei pelo caderninho e o Fêu trouxe pra mim de Portugal. Hoje ele me entregou em mãos e fiquei com elas coçando pra estrear as páginas ásperas amareladas. O resultado taí; comecei rabiscando na Faculdade, faltou material, trouxe pra casa e aproveitei pra tirar a poeira das penas caligráficas, Poscas (pro laranja, roxo e marrom), hidrográfica, uniball amarelinha e, claro, aquarela!

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No moleskine da Ayla. De presente, finalizado com Tombow, aquarela, Posca e liquid paper.

Bic, Tombow e aquarela. Sketches de viagem (não, eu não fui a nenhum monumento sulamericano).

Testando as aquarelas no papel novo!

No embalo do Walking Dead, rabisco feito um tempo atrás, mas colorido só na última terça. Pra mostrar o vício atual: aquarela + caneta Tombow no sketchbook. Dia de inspiração com o Marcelo, que fez a bonequinha da foto de baixo.

Dali de cima, do terraço do Paço Alfândega, com água da chuva.

Mas sempre é tempo de desenhar. Rabiscos em cima duma folha-teste de cor. Divertido tentar imaginar algo em cima de uma mancha qualquer.

Atenção!

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